quinta-feira, 11 de outubro de 2012

12

Não consigo amamentar meu filho! E agora?

Seja uma boa mãe, dê mamar ao seu filho! (HEIM??)
Estive essa semana em um bate papo com o Dr. Leonardo Posternak, na redação da Revista Pais & Filhos, o assunto era a culpa em torno da Amamentação. Estavam comigo outras 8 mães e todas, sem exceção, por algum momento passaram pela cobrança e pela culpa sobre suas escolhas e necessidades referentes à amamentação... Culpa por não conseguir amamentar, por amamentar e sentir dor, por não ter leite suficiente, culpa pela criança comer pouco por ainda mamar no peito, culpa pela amamentação prolongada... culpa, culpa, culpa... E as mães lidam sozinhas com esse sentimento. 
O Dr. Posternak divulgou um artigo que publico aqui na integra sobre a mãe que não consegue amamentar, ele ajuda com o sentimento de "não ser suficiente" que infelizmente acabamos atrelando ao fato da não amamentação. 
Quero deixar claro que esse post NÃO é um incentivo para que as mães não amamentem, longe disso, aliás meu filho tem quase 2 anos e ainda mama no peito, mas é para aliviar as mães que não conseguem amamentar pelos mais diferentes fatores. 

Listas com informações para auxiliar a amamentação você poderá encontrar em diversos sites, inclusive no arquivo do nosso blog, como aqui... Indico também esses grupos de apoio à amamentação, por que sim, é importante e gratificante tentar! Mas se for necessário dar complemento ou não for possível amamentar, esse texto é uma ótima ajuda para mandar a culpa embora e ser a ótima mãe que você é! Amamentando ou não!
Pedro com 15 dias quando precisou tomar complemento,
e adivinhem só: me senti culpada!

Texto retirado do Site da Pais e Filhos e pode ser encontrado aqui!


Amamentar ou não amamentar, eis a questão

Nosso consultor Leonardo Posternak põe em discussão esse assunto tão importante

Que dar de mamar no peito é bom, ninguém discute mais. As muitas e importantes campanhas de aleitamento materno feitas pelos últimos governos e mesmo pela iniciativa privada deixaram isso bem claro. Ainda bem! Informação é tudo: é educação e é assim mesmo que a gente anda pra frente. Uma resolução da Anvisa, publicada como portaria GM 2.051 em 2002, recomenda que as mulheres devem amamentar seus filhos até os 2 anos de idade ou mais. Além disso, sempre com o objetivo de defender o aleitamento, o Ministério da Saúde estabeleceu severas restrições à divulgação de alimentos considerados substitutos do leite materno, incluindo até bicos, chupetas e mamadeiras.

Ninguém aqui quer ser do contra, nem desrespeitar lei nenhuma, muito menos colocar em dúvida as inúmeras e indiscutíveis vantagens do aleitamento, muito pelo contrário. O que queremos, isso sim, e sempre dentro do exercício saudável da democracia, é discutir a rigidez em torno desses prazos – dois anos amamentado, para uma mulher que trabalha, por exemplo, não é bolinho.

Pedimos ao nosso consultor, o pediatra Leonardo Posternak, a sua opinião sobre o assunto. Pensar sobre um tema tão importante, independentemente da conclusão que se chegue, é no mínimo um bom exercício. Afinal, essa talvez seja a primeira grande questão com que uma mulher vá se defrontar na criação do seu filho. Parar para refletir só pode fazer bem.

Em defesa da mãe que não consegue ou não quer dar o peito

“Apesar do espanto que o título produz, sem preconceitos nem patrulhamento ideológico, continue lendo o artigo.

Sou a favor do aleitamento materno. No consultório, no hospital, onde for que fale com uma grávida ou mãe de um bebê, deixo claro as vantagens da amamentação e faço as orientações necessários.

Mas também sou a favor de pensar na mãe como um ser humano, com uma dimensão maior que o simples fato de oferecer ou não o peito a seu filho.

Não aceito a inoculação de culpa, a desqualificação nem a imposição de falsos modelos de “boa mãe” com a intenção de divulgar o aleitamento materno.

Um pouco de história: há mais ou menos 40 anos a medicina infantil foi estimulada a utilizar novas fórmulas de alimentação infantil, com a promessa de um maior aumento de peso nos bebês. Uma enorme maioria das mães foi induzida a usar os leites artificiais. Os motivos apresentados (todos falsos) eram que assim não teriam os “peitos caídos” e que os leites industrializados seriam balanceados e ricos em determinados nutrientes, além de engordar mais o bebê como já foi mencionado.

Criança gordinha e bochechuda sempre foi o objeto de desejo de nossa sociedade.

No começo da minha profissão vi mulheres “secando o leite” na sala de parto. Era a instituição saúde que assim o decidia.

Anos depois (como sempre acontece) com a mesma violência se tentou colocar na marra o bico do seio na doce boca infantil, sem nada perguntar (de novo) à dona do peito.

Chegou-se ao cúmulo de divulgar na mídia uma verdadeira 'pérola no marketing', perigosa e devastadora, que dizia: 'Seja uma boa mãe, dê mamar ao seu filhos'. Claro está que isso acabou produzindo graves conseqüências psicoemocionais nas mulheres que por qualquer motivo não conseguiam, não podiam ou não queriam dar o peito ao bebê. Como ser então uma boa mãe?

O que não podemos jamais esquecer que ante nós está uma mulher sozinha, tensa, regredida, com dúvidas e ambivalente. Fundamentalmente com uma história que pode explicar sua dificuldade ou recusa em amamentar o seu filho.

Até mesmo na política de saúde a ambivalência se faz presente: existe o incentivo ao aleitamento, mas não existe concomitantemente uma fiscalização adequada que faça vigorar a lei que define a presença de creches nos locais de trabalho. Essa incoerência acaba fazendo com que a mulher deva retornar ao trabalho em horário integral (no regime de CLT) sem prosseguir com a amamentação.

Por sorte, com muito esforço e dedicação orientamos, derrubamos mitos e tabus e conseguimos de qualquer jeito estimular o aleitamento materno.

Até aqui tudo maravilhoso! Só cabe uma única e sutil pergunta: o que fazer com as mulheres que apesar de nossa luta e ideais continuam teimando em não amamentar seu filhinho? Criticá-las? Execrá-las? Ou simplesmente queimá-las na fogueira como antigamente se fazia com as acusadas de bruxaria?

Com certeza, peitos grandes e uma boa produção de leite não garantem uma adequada maternidade, com vínculos sadios, se na hora da amamentação a mãe faz crochê  ou assiste TV. Contrariamente se pode conseguir dar muito amor com uma mamadeira oferecida com interesse e dedicação.

Recapitulando, as mães hoje têm alternativas (não tão boas como o peito, já sei!) para alimentar seus filhos. O compromisso do aleitamento deixa de ser uma coisa inevitável e se torna uma escolha consciente, ou inconsciente.

Lembremos que não é verdade que culpar seja cuidar das mães e que elas são muito mais que matrizes e nutrizes. São na realidade facilitadoras da subjetivação (torna-se um sujeito) do filho.

A criança nasce numa instância psíquica chamada de fase oral. Significa que a boca até 2 ou 2 anos e meio é o local mais importante para ela. Tanto para introduzir alimentos em seu organismo quanto para se desvencilhar de tensões que se originam interna ou externamente.

Também foi aprovada em Brasília, em 2002, a lei que obriga a colocar tarjas com avisos do “perigo”em que se constituem as chupetas e mamadeiras para a saúde materno-infantil.

Eu fico muito preocupado com essa situação que parece ser uma compulsão à repetição e só consigo dizer para as mães de ontem, de hoje e de sempre: tente ser a melhor mãe que puder e se conseguir também dê o peito a seu filho. Sem gritos e sem traumas."

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

14

Atividades divertidas e educativas para crianças pequenas - PARTE I

Enquanto meu filho era bebê (heim?) eu achava fácil entretê-lo, qualquer tapete de atividade, vídeo ou brinquedo me davam loooongos 15 minutos de tranquilidade! Sim, 15 minutos, e quem é mãe sabe que 15 minutos vale ouro!
Pedro cresceu, está agora um moço com 1 ano e 8 meses. Desde que fez 1 ano e meio reparei que aumentou muito a dificuldade em achar atividades que realmente o interessasse!
O dia funciona assim, a primeira uma hora depois de acordado qualquer coisa serve para mante-lo entretido, mas ele vai se entediando com o passar do tempo. E após algumas horas em casa ele se mostra claramente entediado.
Além do mais criança aprende é brincando né!
Comecei a me virar nos trinta para achar atividades que fossem educativas e divertidas para ele.
Nisso descobri que a internet é grande aliada, assim como sempre as mães... Aliás, o que seriam das mães sem as outras mães!
Reuni dicas, muitas dicas. Algumas já pus em prática. Muitas não (mas estou ansiosa para por).
Mas quero dividir com vocês que também tem um pequeno travesso em casa, que parece movido a pilha...
E quem quiser dar mais idéias de atividades para crianças pequenas deixe no comentário, se tivermos muitas, faço um novo post com as idéias de vocês.

PEQUENO BATERISTA
Prepare os ouvidos e.... monte uma bateria de panelas!
Misture diferentes tamanhos, materiais, formatos... tudo para que façam sons diferentes!
Aí é só dar suas colheres de pau, tapar o seu ouvido e torcer para seu vizinho ser bem compreensivo!


PEQUENO PINTOR
Não fiz ainda, e vou ter que esperar o verão chegar de vez!
Mas vi em um blog e amei a idéia.
Um pincel e águal, só isso... E ensine-o a pintar as paredes e portas!
Aposto que teremos um tempão de diversão!!!



COMIDA DIVERTIDA
Só depende da criatividade da mamãe! Aqui temos uma borboleta de pera, banana e cenoura!


AJUDANTE DA MAMÃE
Criança aprende por imitação. Percebo com meu menino que ele adora fazer coisas que eu faço na minha rotina. Assim deixe que ele te ajude!
Aqui Peguei minhas vassouras e deixei meu filho (e sobrinhas) limparem a casa! Claro que não varreram nada, mas foi uma diversão!

CAIXA SENSORIAL
Essa é para os mais novinhos:
Uma caixa e coisas de texturas diferentes: arroz, feijão, macarrão, algodão... Vale usar a criatividade!
E é só deixar mexer!
(apenas fique atenta para que não ponham na boca, o que certamente tentarão fazer!)





COMER COMER
Assim que a coordenação começa a ficar melhorzinha já dá pra tentar! Confesso que eu demorei um pouquinho por medo de sujeira e de ele comer pouco.... mas é o contrário (a parte do comer pouco, por que a sujeira é enorme), ele come até melhor quando o deixo comer sozinho! É diversão na certa... Agora já estamos juntando alguns amiguinhos pra turma, além dele comer ele alimenta o Pablo, a Galinha etc.



TINTA QUE CRESCE
Essa eu ainda não fiz, mas estou louquinha pra fazer!
A idéia é usar tinta feita com farinha e fermento:
Juntar numa tigela 1 col de sopa de farinha com fermento, algumas gotas de tinta comestível e uma colher de sal.
Misture com um pouco de água até formar uma mistura pastosa.
Agora é só a criança usar cotonete pra fazer suas criações. Assim que a pintura estiver terminada leve as "obras de arte" ao microondas por 30 segundos. A tinta deverá crescer e ficar esponjosa.
Como não testei não sei se funciona, por tanto quem fizer nos conte!

TINTA COMESTÍVEL
 Tinta, papel e muita bagunça!
Que criança não gosta?
Meu filho ama!... pinta mais o chão do que o papel ainda. Mas é tapar os olhos e encarar a sujeira.
Dei tinta guache para ele, ele amou, mas muito foi parar na boca. A tinta é atoxica, mas ainda assim não achei legal!

Encontrei algumas receitas de tintas comestíveis. A que testei é com gelatina, fácil fácil de fazer (pó + um pouco de água)! Mas, assim que ele percebeu que era docinha acabou a pintura... a graça foi comer a tinta mesmo! Assim não recomendo essa receita. Na internet tem muitas outras receitas, que não testei. Se alguém tiver testado alguma que funcione deixe no comentário para nós!

IMITANDO O PAPAI
Essa é muito fácil... separe as ferramentas do papai (veja as menos perigosas é claro) e de na mão da criança... Nesse dia o Pedro ficou hora fingindo consertar o trenzinho dele (exige supervisão)


GELO COLORIDO
Essa é fácil... é só fazer suco artificial de fárias cores e colocar na forma de gelo. Ou ficaria ainda mais divertido se for forma de chocolate com diferentes formatos.
O verão vem aí...
Depois é só deixar de fraldinha no quintal se esbaldando com as pedras preciosas deles! (Só não vale se preocupar com a sujeira, ok!?)


ENTRANDO NA BRINCADEIRA
Nesse dia eu estava de muito bom humor... Peguei minhas maquiagens mais velhas, meus elásticos de cabelo, pentes e... dei tudo na mão do Pedro!
Ele amou, afinal de contas ele vê eu me arrumar todo dia... Poder fazer isso comigo foi o máximo... Penteou meu cabelo, prendeu (não conseguiu é claro, a prima ajudou).... Fiquei linda (aos olhos dele apenas) no final, mas rendeu quase uma hora de brincadeira!
MASSINHA QUE VAI NA BOCA
Amassar, cortar, picar... eles amam isso... mas, sempre acaba indo parar na boca!
Aqui tem uma receita de massa de modelar comestível... Essa eu já testei e deu certo!
massa de amidoEm uma panela:
- 2 xic de bicarbonato de sódio
- 1 copo de amido de milho (maizena)
- 1 1/4 xícaras de água
Cozinhe em fogo médio, mexendo até que forme um pure.
Retire do fogo de deixe esfriar. Amasse até formar uma bola lisa.
Para ter massinha de várias cores basta colocar corante alimentício.


DESENHO NA BEXIGA
Desenhar no papel toda criança gosta...
Mas mudar do papel de vez em quando faz o maior sucesso! Aqui a maior graça é desenhar na bexiga... caneta (esferografica normal) e bexiga não muito cheia para não estourar fácil... Prontinho!

***
Percebi que tenho muitas idéias aqui para postar, por tanto voltei ao título e adicionei um "Parte I"
Em breve volto com mais atividades!

As idéias foram tiradas de:
http://atividadeseducativas.org/
http://www.playcreateexplore.com/p/activites-for-ages-1-3.html
- Cabeça da mamãe

Beijos
Bruna

terça-feira, 30 de agosto de 2011

28

Vídeos para bebês: Compartilhando Dicas!

Tenho visto muitas mamães pedirem dicas de vídeos para seus bebês assistirem...
Ao que vejo parece que a Galinha Pintadinha é meio que unanimidade em todas as casas, e que os bebês, autoritarios como são, já sabem até quais músicas gostam e quais não!
Mas depois de 7 meses de popó popó popó popó a mamães está pedindo arrego! Alguém me indica um vídeo que seja tão eficaz quanto a Galinha Pintadinha (GP para os íntimos) urgentemente!!!! Esse tem sido o pedido de muitas mães...
Reuni as dicas que recebi nas últimas semanas e estou compartilhando com vocês!
Aqui eu testo com o Pedro pelo youtube antes de comprar os DVDs...

Galinha Pintadinha:
São desenhos simples, claros e coloridos com músicas infantis.
A Galinha Pintadinha parece prender a atenção de quase que todos os bebes, o Pedro ama! Exceto a música do Elefante...
http://www.galinhapintadinha.com.br/

Baby Einstein
Os produtos da linha Baby Einstein utilizam música, arte, linguagem, ciência, objetos reais e natureza para apresentar o mundo de uma maneira mais divertida às crianças (0 a 3 anos).
Nós não conhecemos por isso não podemos opinar. Alguém conhece?
http://www.babyeinstein.com/home/ (site em ingles)

Palavra Cantada
Música infantil moderna que fosse ao mesmo tempo lúdica e poética
http://www.palavracantada.com.br/final/index.asp
Patati Patata
Show da dupla de palhaço, apresentações e músicas.
 http://www.patatipatata.com.br/

Bebê Mais
Direcionado ao desenvolvimento do potencial de bebes entre 0 e 3 anos. São músicas do cancioneiro popular brasileiro e músicas classicas com imagens. (Nós temos esse, o Pedro gosta, o duro é assistir mais de uma vez, mas a proposta é essa mesma, que a mamãe assista junto com o bebê interagindo com o DVD). http://www.bebemais.com.br/br/index.htm

Cocoricó
São coletâneas de episódios produzidos pela TV Cultura. Nós temos mas ainda não prende a atenção do Pedro, talvez seja melhor para crianças mais velhas pois tão historinhas e não músicas.
http://www.tvcultura.com.br/cocorico/

Xuxa Só para Baixinhos
É uma série de CDs e DVDs lançada pela apresentadora de TV, atriz e cantora Xuxa. Atualmente, a série conta com dez volumes. Nós temos e o Pedro gosta.
http://xuxa.globo.com/

Se alguém tiver mais dicas de DVDs que não constem aqui no post, deixe no comentário para as outras mamães: Qual o DVD? Do que se trata? Qual a reação e idade do seu filho?
Se tivermos muitos comentarios amplio esse post na terça que vem!

Beijos
Bru

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

1

Pediatras, Hospitais, Atendimento

Antes da consulta nós sempre idealisamos um médico dos sonhos, mais nem sempre é assim, conversando com outras mães descobri que a profissão de Médico Pediatra esta em decadência total.

1 - Como você escolheu o Pediatra do seu filho?

Edna: Eu queria ficar com a Pediatra que fez o Parto mais ela só aceitava determinados planos (os mais caros) então entrei em contato com uma clinica super recomendada de perto da minha casa e fui conhecer e gostei bastante.
Ana: Não escolhi até hoje porque falharam em pontos básicos. Peço sugestão para todos que conhecem e o que escuto são muitos pais desanimados com pediatras.
Carol: Fiquei com a mesma pediatra que nos atendeu na maternidade, ela sempre tratou a Clarice super bem, e ela é uma pessoa que não fica criando caso com qualquer coisinha, sempre esperou as coisas caminharem sozinha, por isso adoro ela.
Bruna: O atual é o pediatra da metade das crianças da minha família

2 - Achou alguma dificuldade pra encontrar um bom profissional?

Edna: Muito, já fui em uns 4 médicos e continuo com o mesmo, teve um que parecia ate que tinha medo de pegar o Pedro.
Ana: Até hoje tenho dificuldade. Como as sugestões dos conhecidos não tem dado certo, acho que vou começar a seguir a lista do Guia dos meus convênios rs
Carol: Eu sempre tive muito medo, pesquisava e conversava muito com quem já era mãe, mas tive a sorte de ficar com a primeira.
Bruna: Não. Eu pedi muita recomendação de papais e mamães mais experientes, tanto com o primeiro pediatra dele em Itu, quanto com o atual.

3 - Já trocou de médico? se sim porque e se não, o que te faria trocar?

Edna: Continuo com o mesmo Pediatra desde que o Pedro nasceu, pensei em trocar pois devido a mudanças no palno de saúde ele não aceita mais o do Pedro e estou pagando as consultas a parte, mais ate hoje não gostei de nenhum outro que fui e o Dr Antonio sempre me atende muito bem, todas as vezes que precisei ele sempre me atendeu e tirou todas as minhas dúvida, só acho difícil marcar consulta ele tem a agenda super cheia.
Ana: Conheci 4 por estes motivos: não tiraram medidas da cabeça, atendimento rápido, sem simpatia, sem oportunidade para fazer perguntas, encaminhamento indevido, diagnóstico clínico errado e porque não agradou nem eu e nem o marido.
Carol: Não, mas o que me faria trocar com certeza seria não atender as ligações, uma consulta muito rapida, e sempre inventar doença.
Bruna: Troquei mas só por que troquei de cidade. Me faria trocar um médico que não atendesse minhas ligações no celular, eu sempre faço uma ligação teste para ver se sou atendida.

4 - Em relação ao hospitais infantis da sua Cidade, como é o atendimento?

Edna: Graças a Deus só usei esse serviço uma vez e fomos muito bem tratado nota mil.
Ana: Não conheço.
Carol: a Unimed acabou de criar um centro pediatrico, que já conhecemos e adoramos, foi o único que fomos até agora.
Bruna: Acabei de mudar para SP, mas amo o Santa catarina que é perfeito na minha opinião. Os de Itu eram péssimos, tive um problema mais terrivel que o outro por lá, a ponto de eu ter viajado 100 km para ter o Pedro em SP por que nem mesmo uti neonatal tem.

5 - Se no hospital receitassem alguma medicação pro seu filho, você aceitaria na boa?

Edna: Devido a grande repercurção aqui na minha cidade de hospitais aplicando medicamentos vencidos eu perguntaria a necessidade do medicamento e pediria pra ver a validade e a embalagem se não permitissem eu não aceitaria, pediria uma receita pra comprar o remédio em outro lugar, com a saúde do meu filho eu não vacilo.
Ana: Seguiria as dicas da Edna, mas acredito que na minha cidade isso seria um "desacato" para médicos e enfermeiros. Depende muito da situação e urgência.
Carol: Aceitaria como já aceitei, como não sou de ir para hospital por qualquer coisa, então quando vou é pra algo bem sério que não posso simplesmente dizer não.
Bruna: Se eu não sentisse segurança não, aliás isso já aconteceu, um médico receitou uma injeção de antibiótico sem ter feito nenhum exame e eu saí fugida do hospital. Após todos os exames em outro hospital constatamos que realmente não seria necessário que ele tomasse antibiótico!

6 - Como você analisa o atendimento que seu filho recebeu ate o momento?

Edna: O Pedro foi muito bem tratado por quase todos os proficionais de saúde que o atenderam desde o seu nascimento, só tenho queixa de uma enfermeira que aplicou a vacina dos três meses, a monstar furou ele três vezes sem necessidade, super mal educada, quase mandei ela enfiar a agulha.
Ana: Algumas vezes básico, outras, nem alcançou esse nível. Lamentável minha história com pediatras.
Carol: Até o momento ela foi muito bem tratada, agradeço muito por isso, a gente até pode ser destradas, mas que nossos filhos tenham o melhor né!
Bruna: Dos nossos dois pediatras que tivemos, excelente! Dos hospitais tenho dois extremos de opinião: Unimed Itu é péssimo, Santa Catarina em SP é perfeito!


terça-feira, 23 de agosto de 2011

7

É Roséola.... Hum, mas o que é isso?

Quando a gente tem filho um mundo novo de doenças que até pouco tempo ignorávamos existir passa a fazer parte das nossas preocupações!
Eis que semana passada o Pedro teve Roséola!
O que mais ouvi quando falava para os outros que ele estava com Roséola foi:
- Rubéola????
- Não Roséola!!!!
- Hum, mas o que é isso????

Bom por isso estou colocando o melhor texto que encontrei a respeito aqui para dividir a informação com as mamães! Espero ajudar!

Roséola


A roséola é uma daquelas doenças inofensivas da infância mas que deixam os pais malucos de preocupação. Ela começa com uma febre bem alta, sem explicação, e atinge principalmente crianças entre 6 meses e 6 anos, predominando nas menores de 2 anos.

A roséola é causada por um vírus, o vírus do herpes humano tipo 6 (HVH-6) e 7 (HVH-7), e é transmitida pela saliva (pense em todos aqueles brinquedos que são mordidos por todas as crianças da escolinha ou que rolam pela casa). É difícil identificar onde ocorreu o contágio, porque a roséola é transmitida quando a erupção de pele ainda não apareceu (e portanto ela ainda não foi diagnosticada), e o período de incubação vai de 5 a 15 dias.

Quais são os sintomas?

A roséola tem um padrão bem característico, de acordo com o esquema a seguir:

febre alta, repentina e contínua, que fica entre 38,3 e 42,2 graus, durante três ou quatro dias, e que desaparece tão rápido como veio
• além da febre, sintomas como nariz escorrendo, tosse, uma
leve diarréia, falta de apetite e de energia
• quando a febre vai embora, a pele começa a ficar manchada. A erupção costuma começar no tronco, e depois vai se espalhando na direção do pescoço e das extremidades, e desaparece em algumas horas ou em até três dias.

Preciso procurar o médico?

Como precaução, é melhor conversar com o pediatra. A maioria dos médicos prefere ser avisada de uma febre tão alta em uma criança de menos de 2 anos. O médico deve orientá-la a observar a criança e prestar atenção para ver se a erupção aparece depois de alguns dias. Se a febre persistir por mais de três dias ou a erupção for diferente da descrita, é melhor levar a criança de volta ao médico.

Qual é o tratamento?

Assim como nas outras infecções por vírus, não há tratamento contra a causa da doença, apenas para aliviar os sintomas.

Na fase da febre, mantenha seu filho confortável, dando bastante líquido para evitar a desidratação. Administre antitérmicos se a febre estiver muito alta e a criança estiver claramente incomodada. Depois que a febre vai embora, a criança ainda pode ficar irritada e manhosa por alguns dias, portanto arme-se de paciência. Logo ela estará novinha em folha.

Pode haver alguma complicação da roséola?

A febre alta provocada pela roséola às vezes pode causar uma convulsão febril, que pode ser assustadora, embora na maioria dos casos não traga nenhuma consequência à saúde da criança. Em situações muito raras, o estágio febril da doença pode levar à meningite ou, mais raramente ainda, à encefalite (inflamação do cérebro).

Mas, durante a fase febril, ainda não dá para saber se se trata de roséola, porque a erupção só surge depois. Isso quer dizer que seu filho estará sob observação por causa da febre alta, e qualquer sintoma preocupante (letargia, confusão mental ou qualquer coisa que assuste você) deve ser comunicado ao médico.

Adultos pegam roséola?

A maioria das pessoas tem anticorpos para a roséola já aos 4 anos de idade, mesmo sem nunca ter tido a doença. Em certos casos, um adulto com o sistema imunológico comprometido, como uma pessoa submetida à quimioterapia, pode sofrer uma infecção devido à reativação do vírus, numa espécie de herpes zóster.

Estou grávida e fui exposta ao vírus. Há perigo?

Como praticamente todos os adultos são imunes à doença, em princípio não há nenhum risco. Não existem registros científicos de consequências negativas da roséola na gravidez

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

5

Documentário - Criança, a alma do negócio

Este documentário reflete sobre estas questões, e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas.
O resultado disso é devastador. Crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos, que já sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca, que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes.
Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando-o a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.

Será que precisamos nos preocupar já com isso?
Desde que me tornei mãe, isso ainda não tinha passado pela minha cabeça, agora como querer que nossos filhos brinquem, corram e saiam da frente da TV se os seus amiguinhos estão em frente a ela?
Será que isso ainda pode piorar?
Sou a favor de uma lei contra propaganda voltada para crianças, e concordo que criança não tem que se preocupar com isso, mas e a culpa é de quem? Dos pais ou da publicidade?
Será que seria realmente necessario proibir propagandas se os pais dessem aos seus filhos a devida atenção?
Mas nem tudo é tão simples assim né, o que vocês acham?

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

5

Pitacos e conselhos nada bem-vindos

Quem nunca esteve em determinado lugar e de repente vem alguém pra dar aquela opinião nada bem-vinda? É um saco né, se estivéssemos interessadas na opinião de um estranho...

1 - Qual foi a primeira pessoa que deu um pitaco ou fez um comentário que você preferia não ter ouvido?
Edna: Minha Sogra e no hospital, ate hoje ainda não digeri a situação.
Carol: Lembrar o primeiro é dificil! Mas os piores são em relação ao sling
Ana: Eu e marido decidimos não receber visitas na maternidade para dar o máximo de atenção e carinho ao Erik, descansarmos e nos recuperarmos o máximo que pudermos e também, evitar estas situações. Atendi poucos telefonemas e não me lembro se escutei algum. Mas, o marido que atendia os milhares de telefonemas escutou muuuitos.
Cyy: Ih foram tantas besteiras que eu não vou lembrar! Mas assim como a Carol a maioria é do sling.
Bru: A primeira e definitivamente maior veio da minha mãe! Dois dias depois de eu dar a luz ela veio pegar o Pedro segundos depois de ter fumado e eu, óbvio, reclamei do cheiro para um recém nascido... e ela, sem pé nem cabeça fez o comentário mais ridiculo: que o que uma "gorda como eu" estava falando do cheiro do cigarro dela... Lógico que eu tava gorda, inchada, dolorida um lixo... eu tinha tido um filho 2 dias antes.. e mais, o que é que tem alhos com bugalhos... mas o comentário me fez chorar muito, principalmente por ter vindo da minha mãe.

2 - De quem você costuma ouvir mais pitacos, conhecidos ou estranhos?
Edna: Conhecidos
Carol: Estranhos
Ana: Conhecidos que "se acham no direito e dever" de se intrometer no meu jeito de ser mãe.
Cyy: Conhecidos também.
Bru: Conhecidos

3 - Qual situação que você passou com o bebe na qual um estranho veio dar sua nada bem vinda opinião e você teve vontade de...?
Edna: Olha foram muitas, mais a pior foi quando eu estava com o Pedro no sling passeando no shopping e uma moça me vira e solta: como vc tem coragem de fazer uma maldade dessas com seu filho, ele deve esta sofrendo ai dentro, dessa vez eu tive que responder: sofrendo vai ficar vc se continuar se metendo nas nossas vidas!
Carol: Tantas! Teve gente que disse que o sling estava apertando a cartilagem da Clarice, gente que não adimitia a Clarice segurar o pescoço sozinha e me enchia o saco, colocar ela de pé e ficarem com a ladainha da perna torta.
Ana: Com as mãos sujas, seguraram as mãos do Erik e perguntaram indignados, com muita ironia e arrogância, como eu posso deixar as mãos dele geladas, acompanhado de um "tadinhooo" clássico. Esclarecendo: bebezinhos têm por volta de meio litro de sangue no corpo todo, boa parte circulando na cabeça e no abdômen. Por isso suas extremidades ficam com uma temperatura menor do que a do corpo, mas isso não significa que os bebês estão com frio.
Cyy: Passei perto de um bar e uma mulher que já devia ter bebido algumas falou que minha filha ia cair, (do sling) eu já estava irritada e respondi que quem cairia seria ela se continuasse bebendo daquele jeito e saí andando, deixei a maluca pra trás.
Bru: Minha EX diarista que me criticava por que dar muito de mamar para o menino... esse foi um dos motivos do "EX"

4 - A Clássica: Quando o bebe esta chorando, sempre tem alguém querendo adivinhar o que ele tem:
Edna: Nossa isso me tira profundamente do serio, por que alguém acha que conhece melhor meu filho do que eu? Ta na hora dessas pessoas guardarem suas teorias para seus próprios filhos.
Carol: No começo a Clarice não podia espirrar ou suspirar que alguém vinha com "ta com fome!"
Ana: Mesmo depois das pitaqueiras me verem amamentando Erik por quase um hora, insiste em dizer que ele chora porque ainda está com fome (na realidade porque acham que o leite materno é fraco e sentem um ciúme por eu amamentar que ninguém merece). Na realidade, Erik fica incomodado até arrotar.
Cyy: Será que não tá com fome? Dá vontade de responder, tá sim, eu tô deixando ela de castigo sem comer pois chegou muito tarde em casa na noite passada.
Bru: Me irrita pessoa que não é nem da família tentando falar com categoria o que ele tem... a essa altura do campeonato é muuuuito dificil ele chorar sem que eu saiba o que é... é sempre cansaço, manha por que eu sai da vista dele, fome...

5 - O que mais te incomoda, os comentários maldosos ou as opiniões sem noção?
Edna: Sinceramente, os comentários principalmente quando são daqueles parentes que você prefere esquecer ate que são da família.
Carol: Não me recordo de comentarios maldosos, tenho muita raiva de gente se metendo sem nunca nem ter pego a Clarice no colo.
Ana: Comentários maldosos, irônicos, arrogantes, têm uma carga negativa horrível. Nem respondo, não dou bola a isso e na hora mentalizo muitas coisas positivas para o Erik para protegê-lo.
 Cyy: Os comentários de quem pensa que entende mais da minha filha do que eu só porque já teve outros filhos antes de mim.

Bru: Opnial sem noção... eu quase não sofri com comentários maldosos (e mais uma vez, infelizmente os que eu ouvi vieram também da minha mãe).

6 - Se você pudesse gostaria de dizer algo para essas pessoas que adoram dar opinião?
Edna: a maioria das pessoas que fazem esses comentários e dão opiniões já tiveram seus filhos, ou pior ainda, não tem nenhum, gente é meu filho e eu decido a melhor maneira de cuidar dele, se eu quiser conselhos vou pedir a quem eu achar que devo, eu sei se ele esta com fome, eu sei se ele quer dormir, e não porque você disse ou fez que vai servir pra mim, tome conta da sua vida. ( opa exagerei?!)
Carol: Se ela sabe tanto cuidar de bebê que vá ter o dela, ou cria um gato que tem 7 vidas, bastante para se ocupar.
Ana: Eu fiz a blogagem coletiva "Liberdade e respeito para ser mãe do meu jeito" aqui e aqui) para reafirmar o que já falo ao vivo sobre respeito de cada um ser pai e mãe do seu jeito. Não tenho nada para falar, mas sinto o quão lamentável é saber que pessoas que temos estima não nos aceitam como somos.
Cyy: Igual a Carol! rs Adoro essa das vidas do gato!
Bru: Prefiro continuar a me fazer de surda, tem funcionado #a maioria das vezes rs.